Cinco fases. Demos a cada duas semanas. Zero surpresas no fim.
A metodologia LIA é o motor operacional que sustenta as nossas quatro promessas. Foi desenhada para reduzir risco percebido pelo cliente e variância de margem interna ao mesmo tempo.
Discovery
Mapeamento de processos, identificação dos 3–5 casos de uso de maior ROI, priorização por matriz impacto × esforço, definição de KPIs e baseline.
Design Sprint
Arquitetura técnica, escolha de modelo, definição de avaliação, plano de integração com sistemas internos, alinhamento jurídico e compliance.
Build
Desenvolvimento iterativo com demo a cada duas semanas. Uso intensivo de agentes AI internos para acelerar geração de código, testes e documentação.
Pilot
Rollout limitado a um subgrupo de utilizadores reais, recolha de feedback, ajustes finais e treino da equipa interna do cliente.
Go-live + Operate
Activação total, dashboard de monitorização, retainer mensal de operação. Relatório de impacto no fim de cada mês.
O que prometemos por escrito a cada cliente.
ROI demonstrável em 90 dias
KPI de impacto definido em conjunto com o cliente. Se não for atingido, estendemos o scope sem custo adicional.
Implementação ponta-a-ponta
Análise, arquitetura, desenvolvimento, integração, testes em produção e formação. O cliente recebe um sistema, não um documento.
Operação contínua com SLA
Retainer mensal com SLA de 2h úteis e 99,5% uptime. Cancelável com 60 dias, sem lock-in contratual, apenas lock-in de valor.
Conformidade nativa AI Act
Cada implementação classificada por nível de risco, com logbook de modelo e DPIA quando aplicável. Pacote pronto para auditoria.
60–70% do trabalho de delivery é executado por agentes AI internos.
Boilerplate, testes, documentação, evals, prompts iniciais, primeira versão de UI, tudo orquestrado por agentes. Os engenheiros humanos atuam como arquitectos, revisores e responsáveis por integração crítica. O efeito direto é multiplicar a capacidade de cada pod por 2–3× face a uma agência tradicional.
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